quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

La La Land - Cantando estações

Uma pausa estratégica e toda bem intencionada no recesso, para contar pra vocês sobre La La Land, musical super bem produzido e grande aposta para o Oscar  2017, que traz Ryan Gosling e Emma Stone no elenco e promete te encantar.

Sim!! Ele é encantador e fantástico, pois, apesar de trazer outros personagens ao longo dos seus 128 minutos de duração, este musical, prende toda trama em torno de Mia e Sebastian, seus sonhos de carreira e uma história leve sobre não deixar pra ser feliz só no final, e sim, aproveitar cada minuto.



Achei uma história interessante sobre sonhos, desejos, amadurecimento, mas, principalmente, sobre o mundo das artes. sobre como ser um artista compreende estudar diferentes esferas artísticas e não parar de se aperfeiçoar.

Em base, conhecemos Mia, uma aspirante a atriz, que trabalha em um café nos estúdios Warner Bros e divide o apartamento com as amigas. Porém, a moça, vive passando por vários testes de elenco e nunca é chamada para os trabalhos.

E do outro lado, temos Sebastian, um talentoso musico, fã de jazz, que sonha em ter um clube de jazz, para tocar os grandes clássicos deste estilo musical tão icônico.



Acontece que Mia e Sebastian, passam a se encontrar com frequência e resolvem se dar a chance de conhecer mais um sobre o outro e aí, compartilham interesses, passam a se incentivar e construir seus sonhos em meio ao amor que nasce e uma linda trilha sonora.

Bem, preciso dizer, que achei este um dos filmes mais bem produzidos e com uma direção de arte incrivelmente boa. Vide a direção de fotografia que conseguiu reproduzir com perfeição as variáveis do sol ao longo do dia, como, na cena em que Ryan Gosling canta "City of stars", uma das canções mais emocionantes que já ouvi e que mereceu com toda honra levar o prêmio de Melhor canção original, no Globo de Ouro deste ano.

La La Land é legal, porque revela alguns talentos escondidos do casal Gosling e Stone, como por exemplo, ao longo da gravação, Ryan quis aprender a tocar piano e acabaram descobrindo que o ator levava jeito pra coisa. Dá uma versão saudável sobre o que realmente é se relacionar com alguém e entender que cada pessoa tem um propósito na vida da outra.

O melhor é que o desfecho não é nenhum pouco manjado e promete surpreender os expectadores. Diria até que talvez, cause até um pouco de descontentamento, mas, é preciso entender que cada pessoa tem um propósito na vida e por aí vai... No Futilidades tem um post  bem legal comentando justamente esse desfecho e dando uma forma interessante de encarar não só o final do filme, mas também, a missão.

Em resumo: sai do filme maravilhada e completamente viciada na trilha sonora. Quero voltar e assistir mais uma vez, antes que sai de cartaz e já estou na torcida pelo Oscar, viu?


Beijos!! 

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