segunda-feira, 25 de julho de 2016

Memories #20

Descontruir para construir


Já tem um tempo que venho tentando praticar o estilo de vida minimalista. Não é algo fácil, ainda mais pra mim que amo guardar lembranças, fazer compras desnecessárias e etc. Porém, de um tempo pra cá, venho percebendo que tenho me encantado mais pelas coisas simples e básica, não vendo mais sentido em exageros e pra ser sincera, até me sentindo um tanto sufocada com as tais "lembranças".

Com o TCC, conheci o blog Juro Valendo e aí, comecei a acompanhar a Ju Lopes por hobby mesmo e fui percebendo algumas coisas em comum, adquirindo alguns pensamentos que ela também tava buscando pra rotina pessoal e eis, que a mais nova dessas mudanças que finalmente me convenci a tentar foi o método da Marie Kondo. 

Eu já havia separado sozinha algumas roupas e acessórios para vender ou doar as amigas, depois foi a vez de produtos de cabelo (verdade seja dita, motivada pelo sulfato free (não pode mais falar aquele nome com L e P, porque a marca que criou tá processsando)). Agora, eu finalmente desapeguei dos meus livros didáticos, alguns documentos velhos, notas e etc. Doeu? Algumas coisas, tipo cartas antigas até deu uma pontinha de dor, mas o resto foi de boa. Os livros didáticos, confesso que senti uma pontada, só que não faz sentido ter e fora que outra pessoa vai achá-los e usar mais. 

Como Marie Kondo já prever no livro, a gente tem que jogar as coisas fora sozinho, porque papai e mamãe sempre inventam de inspecionar o que foi jogado fora e aí, prepare-se que pode rolar "a volta dos que não foram". E isso rolou por aqui... Deu um estresse dos demônios, porque minha mãe é doida de pedra e o tipinho intrometido que exige certos exercícios de respiração.

Finalmente as coisas foram embora e comecei a arrumar o que ficou e sabe? Sobrou espaço. Seguindo a ideia de só deixar o que te faz feliz, senti o espaço mais leve um pouco mais de paz interior e sono tranquilo. Agora, o próximo passo é encarar uma leve bagunça e saída dos padrões, para pintar o quarto. A última vez que pintei foi há 10 anos, quando havia pedido um quarto lilás e mais a minha cara. De lá pra cá mudei móveis, objetos de decoração e no entanto, nada de mudar a cor da parede. Eis que agora vai! 

 E uma semana antes dos 25 anos, joguei fora lembranças antigas da escola, amigos e ex- amores, resolvi mudar a cor do quarto pra algo mais adulto e me começo a me sentir relativamente pronta pra construir um novo período. 

Um brinde às novas cores e castelos...

Tim, tim!

¬¬

Como vocês já estão sabendo, Marie Kondo baixou por aqui e começamos o período de mudanças sabáticas. Geralmente as pessoas pintam ou cortam os cabelos. Eu resolvi mudar o quarto e jogar fora o que anda me sufocando e prendendo ao passado. 

E não doeu. Na verdade, dessa ideia toda a única parte que tá me deixando dolorida e angustiada é a pintura do meu quarto. Quero mudar a cor, mas tem tanta prateleira e móvel que só de imaginar o transtorno bate uma dor. Fora que vivo boa parte das minhas 24h nele, né? E com um ritmo intenso de trabalho rolando, não sei como me virar pelo notebook. Nem era pra tá fazendo esse drama todo porque pintura em si, só vai durar um dia ou dois, entretanto, sou dramática mesmo e aí, já viu... Falando nisso, olha o tanto de coisa que joguei fora:


Claro que eu documentei um pedaço do estado do quarto durante a zona do desapego. Ahh, eu tô meio que na dúvida se mantenho o quarto com os móveis na mesma posição ou se tento encontrar outra disposição para eles depois que pintar. O que vocês acham? Lembrando que não tem como tirar o armário daí. 


E antes de começar a bagunçar pra organizar, aproveitei pra ir na Le Biscuit e fazer umas comprinhas de artigos de decoração e organização. Claro que gravei vídeo com as coisas que comprei e prometi mostrar o depois da zona lá no canal, então fiquei ligadas, tá?

Graças à Deus que nem só de bagunça e lixo vive um ser humano, não é mesmo? Aproveitei o sábado pra dá um "Oi" no Instagram e mostrar como o cabelo tá mais legal depois de eu ter passado um mês sem escovar e pranchar, fazendo o cronograma e seguindo o método sem sulfatos, petrolatos e silicones.


Posso confessar uma coisa? Aliás, vou confessar duas:

1- tô amando sair de casa com o mínimo de maquiagem possível. Tenho usado só um lápis, máscara para cílios, lip balm, blush e um corretivo ou base. 

2- eu sou mega agoniada. Se pudesse já tava eu mesma pintando o quarto desde às 6 da manhã de Domingo. Sim, sou ansiosa!


Beijos e boa semana!! 

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