quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

{Nós, amores e muito blá, blá, blá} Tempestades




E tem tantas palavras que eu gostaria de te dizer, mas sei lá... Acho que o tempo delas já passou há alguns capítulos atrás, né?

Por que?

Você sabe que eu não sou objetiva quando as coisas se resumem a simplesmente nos definir e tomar um rumo.

Eu quero, você parece que quer, mas a gente não vai.

Então, pra quê voltar mil vezes ao mesmo ponto: "gosto de estar com você" - "eu também gosto".

Tá, eu também tenho medo.

Não de a gente mudar, como você vive dizendo que é o seu, mas do que pode ser se isso der tão certo que um se apoie demais no outro.

Todo mundo fala que a gente é igualzinho... Que um merece o outro... E por aí vai...

Não sei se isso é bom.

A verdade é que quando se trata de você, não sei de nada.

Apenas sinto.

Perco a noção de tempo e espaço e quando vejo... Olha eu lá... De novo, entregue nas suas mãos e aos seus dedos suaves e precisos.

Porque você me toca. Ahhh... E como você me toca...

Fundo... Suave... Marcante!

Do jeito que só você consegue fazer em meio as nossas madrugadas, envoltos em tantos segredos, confissões e juras secretas...

... Porque a boa da verdade é que a gente é assim... Um oceano de confusão, dúvidas, orgulho e tempestades de autoproteção...

E aí, a gente se separa.

Um deixa o outro naquela mesma esquina e vai sem olhar pra trás, mas por dentro, reza pra que o outro fique ali e espere, que saia da chuva e se seque, mas que espere.

Que regue. Que ainda haja amor quando os ventos se acalmarem e tudo melhorar.

Pra aproveitar os dias de sol, a primavera.


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