segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Diário da Semana #18

Porque nem sempre precisa fazer sentido, apenas é... 


Ensaiei o inicio desse texto várias vezes ao longo do dia e apesar de ter escrito coisas interessantes, nenhuma delas me satisfez.

Não sei se é porque minha TPM se aproxima, se é a nova fase em que me encontro ou se simplesmente, estou de saco cheio das coisas e até de algumas pessoas, mas, sei lá... Ando vendo as coisas com outros olhos e tendo aspirações completamente diferentes do habitual.

Essa foi uma semana boa. Revi pessoas queridas, descobri que tava realmente ultra necessitando usar óculos (maldita miopia), cozinhei e me permiti momentos de descoberta, paz e silêncio, além dos habituais cinco minutinhos. Nesses últimos dias (quase meses) de reflexão, ler, tem sido uma das atividades mais relaxantes do dia. Me ajuda a esquecer de tanta coisa e imaginar outras tantas bem mais interessantes. Essa semana, aproveitei para devorar "A vingança veste Prada" e relembrei o quanto sonho com uma revista feminina como lugar de trabalho.




Cada vez mais tenho pensado em coisas focadas no comportamento das pessoas, o poder das nossas escolhas e principalmente, no quanto não estamos acostumados com o óbvio: tudo na vida tem começo, meio e fim. Pessoas, comportamentos, ações... Tudo aqui tem um prazo (qual é o seu?).

Vivemos em constantes transições, mas apesar de tudo o que já vimos e vivemos, ainda temos dificuldade em aceitar a mudança do outro e até as nossas. É por isso, talvez, que o ser humano esteja cada dia mais intolerante e ignorante, porque, não venha me dizer, que os dois 'i's" não andam de braços dados e são melhores amigos, porque eu não acredito nisso.

Desde que o mundo é mundo e o homem se entende como "ser racional", povos, culturas e terras foram destruídas completamente, por causa da combinação letal desses dois. Se ignorância e intolerância não andassem juntas ou até fossem substitutas, uma da outra, nossa história teria bem menos mortos e atos inexplicáveis de violência e desamor. 

Talvez, sejam só uma apanhado de ideias sem sentido e com um tanto quanto de loucura e curiosidade no ar, mas me pergunto, quando é que as pessoas vão perceber que ninguém é obrigado a ser 100%  cheio de razão, que ninguém é constante 24h por dia, sete dias por semana e 12 meses no ano??  Até quando, vão esperar que você dê tudo de si e vão querer não dá nada em troca? É dando que se recebe, não? Mas, não se engane, pois, cada um dá o que tem a oferecer.

 Não cobrar, desapegar, se permitir ser e deixar que o outro seja o que é, são as primeiras lições para a maior de todas elas... Deixar ir o que não te faz bem, o que não te acrescenta nada. Porque isso aqui, no fundo ainda é uma continuidade meio louca e abstrata daquela nossa conversa sobre desapego. Só mudamos, algumas linhas, uma semana e novas ideias...

Beijos!! 


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