quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Os cinco melhores filmes que assisti esse ano

Ano terminando e aquele clima de despedidas, com lembranças das coisas mais marcantes e especiais do ano que tá terminando, rolando no ar. Eu já mostrei para vocês, essa semana, minha Wish List, com as coisas que eu não conseguir comprar esse ano e que desejo ganhar ou comprar no próximo. Agora, eu volto para listar os CINCO filmes, que vi e mais gostei. Claro que eu não vi só cinco filmes esse ano, mas como eu adoro rever filmes antigos, acaba rolando poucos inéditos, então esses cinco, se não me engano foram 1/3 do total que eu consegui ver esse ano como novidade. Antes de mostrar minhas escolhas, preciso explicar umas coisinhas para vocês. A primeira delas é, que eu não gosto de ir ao CINEMA. Não me perguntem o porquê, mas eu não gosto. Na verdade, eu me sinto incomodada. Sou cheia de tiques nervosos e meio chata. Então, não rola de assisti filmes de maneira comunitária com muita frequência. Ok??





"A Última Música", é baseado no romance de mesmo nome, do já conhecido e renomado escritor americano, Nicholas Sparks. O filme traz no elenco principal a atriz e cantora, Miley Cyrus ( Aka Hannah Montana), e seu atual (ou ex, nem sei mais) namorado, Liam Hemsworth.
A produção foi dirigida por Julie Anne Robinson e contou com roteiro escrito pelo próprio Nicholas Sparks em parceria com Jeff Van Wie.
A história é linda e, tem um enredo bom e envolvente. Mesmo eu não sendo fã e nem admiradora da Miley Cyrus, deve admitir que ela teve uma boa atuação nesse filme. Não foi nada lá digno de um Oscar, mas foi bem melhor do que o seriado. 
A prova viva de tudo o que eu falei lá em cima na introdução do post, vem agora. Esse filme foi lançado em 2010, porém, eu só fui assisti-lo em abril deste ano. Confesso que me arrependi bastante de não ter assistido antes. Eu adoro as histórias do Sparks. Acho que ele tem uma maneira bem legal de narrar histórias que poderiam ser a minha ou a sua, sem força a barra e sem inventar muita manobra pra dizer que "fulano fez aquilo com cliclano, porque tinha que fazer (ou queria fazer) e pronto", isso me deixa feliz e leve. Assisto aos filmes baseados nos romances dele, sem ficar depois com a consciência pesada. Então, eu vou confessar o porque não gosto de cinema. Odeio filas, odeio o barulho que o povo tonto, bobo e sem educação faz, quando ver uma cena mais tchan do seu ator preferido e, todo o inferno que gira em torno de uma seção de cinema.




         

Nem sabia da existência desse filme, até numa bela tarde zapiando pela TV, cheguei ao Telecine e que estava nos créditos do filme que iria começar??? Ashton Kutcher, claro que eu parei naquele canal na hora. Adorei o filme, o enredo é bem legal, com aquela boa mistura de comédia e romance e, até ação. Esse com certeza é aquele tipo de filme que une o casal na frente da telinha sem problemas.
O elenco é perfeito. Contando nomes como Katherine Heigl ( que eu adoro, assim como o Ashton), Tom Selleck e Catherine O'Hara. O bom desse filme, em especial, é que sem querer, querendo, você acaba se  identificando com o perfil da Jen (Katherine Heigl). Ela é uma mulher inteligente, quase uma "nerd" e, também completamente atrapalhada, mas isso não impediu de arranjar um bonitão para chamar de seu. Como contei lá no início do post, originalmente eu assisti ao filme, pela tv. Porém, como eu gostei muito, acabei baixando e ai, sempre que viajo ele é companhia garantida no trajeto.



                                                         

Esse é um filme hiper "comédia romântica". Digo isso, porque comédia + romance, para mim, tem que ser aquele filme com confusões, trapalhadas e risos do começo a fim. Esse é um filme assim. Tudo o que eles fazem tem graça.
O filme narra a história confusa, louca e até meio "comercial", de Adam ( Ashton Kutcher) e Emma (Natalie Portman). O casal se conhece ainda na infância e ao longo de suas vidas vão se encontrando aleatoriamente. O interessante, é que eles se reencontram, sempre em momentos especiais e em fases distintas de suas vidas. Pensa só, eles se conhecem na infância, se reencontram a primeira vez na adolescência e voltam a se reencontrar quando ficam adultos e por fim e definitivamente no inicio concreto de suas carreiras profissionais.
Quem propõe que a amizade vire uma lance "colorido" e  com diversão sem compromisso é, Emma. Ela teme que sua carreira profissional seja ameaçada, caso ela assuma uma relação séria. Adam, por outro lado, não gosta muito da situação indefinida do casal, mas por ter vivido um situação dramática, em seu último relacionamento, ele acaba aceitando a proposta de Emma.
No geral,o Adam é o sonho de toda mulher que quer ter um relacionamento sério. Enquanto que Emma, é o retrato fiel do perfil atual da mulher moderna e atuante.



                               

Sinceramente? Um dos melhores filmes lançados esse ano. Ótimo elenco, boa história e personagens inesquecíveis. Quem ainda não viu, tá perdendo uma ótima chance de se emocionar e sonhar, viu???
No elenco o filme traz atores talentosos e queridos como Reese Witherspoon, Robert Pattinson (Para quem acha que ele se baseia apenas no vampiro Edward, essa é a hora de conhecer o talento do ator), Christoph Waltz ( aka, o inspetor Lanza, de "Bastardos Inglórios". O maluco tirado a piadista, lembram?). Preciso dizer que adorei a escolha feita para o elenco. Achei que ficou bem ajustado a vibe dos personagens do livro. Esse foi um filme que por duas vezes fez, com que eu considerasse meus conceitos sobre cinema e tivesse vontade de ir assistir, assim que ele foi lançado.
O filme narra a história de Jacob Jankowski ( Hal Holbrook (90anos), Robert Pattinson (20 anos)), um senhor que decide fugir para o circo. Ao chegar no circo, o administrador preocupado com sua situação, o leva para sua sala e os dois começam a conversar, é quando o velho Jacob, começa a relembrar suas memórias de quando jovem nos anos 30. Ele conta desde sua história de vida, até a história do extinto circo onde trabalhou e as dificuldades enfrentadas pela população durante a década de 30. É interessante ver a transformação pela qual a vida e os sonhos de Jacob, passam ao longo da narrativa. Paralelamente a história de vida do rapaz, conhecemos um pouco da história dos circos norte- americanos, sobre a crise de 1930 e o quanto ela veio a afetar a vida do povo americano.




Na verdade, eu iria falar da "Menina da Capa Vermelha", porém, falar de "Água para Elefantes", me deixou inspirada e, acabei resolvendo contar sobre o filme que promoveu o milagre de me levar ao cinema em dia de estreia e ficar com vontade de voltar e rever o filme mais umas mil vezes.
Um ano antes do filme chegar as telona, eu comprei o livro " Amanhecer", porque a curiosidade e paixão por livros tomava conta de mim. O livro tem quase 600 páginas e, eu que sou meio lentinha para ler meus livros, devorei esse em três dias. Meu medo com o filme, era ficar frustrada e até decepcionada, já que eu sabia o que iria acontecer com a história original. Grande engano. O filme estava bem fiel ao livro e, mesmo estando numa sala escura, fechada e cheia de crianças e adolescentes sem EDUÇÃO, valeu super a pena ver a primeira parte do "Felizes Para Sempre", do casal mais estranho de Hollywood.
Dos filmes que falei, esse é o único que ainda está em cartaz e, como quero que ele continue batendo records ( Aka, não suporto HP), não vou contar muito do filme. O básico é que o casamento vai rolar. Vocês não veram Bella como vampira. As cenas no Rio, são poucas e rápidas. A maioria são na ilha de Esme. Outra coisa e a única que não gostei, é que a dublagem foi feita pelo mesmo estúdio, que fez a versão tosca e porqueira de Crepúsculo, para a Globo. O bom é que o Edward, continua Edward e não " Eduardo".


Ano que vem tem mais filme para eu ver e comentar. Tem a segunda e última parte de Amanhecer, que com certeza vai me causar sensações de saudade e provavelmente irei chorar. Enfim, para os que não gostam da saga e julgam bobagem, só tenho uma coisa a dizer: Nem de seriedade se vive a vida. Se a gente não sonhar e não se iludir um pouco, a vida acaba sendo chata e triste. Tenho 20 anos, nunca me interessei por sagas, até conhecer os livros de Stephanie Mayer e realmente me apaixonar. Como minha futura profissão exige, não posso e não devo ter preconceito e restrição com nada, então eu vejo e observo tudo. Algumas coisas não me tocam, outras me apaixonam e assim eu continuo vivendo.



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