quinta-feira, 23 de março de 2017

Gilmore Girls: um ano para recordar - e chorar

Ahhh meu Deus!

Finalmente eu consegui ter coragem e tempo pra concluir minha maratona pelos episódios de Gilmore Girls: um ano para recordar. Demorei mais, pois precisava concluir algumas temporadas da série oficial, que apesar de ser uma grande querida e amada, eu nunca havia conseguido chegar até as temporadas finais. Então, foi um misto de despedida com recomeço.


Mas, preciso dizer que apesar de todos os comentários que li e vídeos com pré- spoilers que assisti sobre a série nova, produzida em parceria com o Netflix, nada resumiu ao certo a emoção de assistir cada um  dos episódios de 90 minutos. Na verdade, as grandes emoções vieram com os dois últimos episódios e foram ao limite com o último episódio, já que este prometia muito. Muitas respostas e sonhos que a gente deixou no fundo do baú por quase 10 anos.

Agradeci  aos deuses ser preguiçosa o suficiente pra não ter acompanhado as temporadas finais pela televisão na época, pois, com certeza teria infartado e esses 10 anos em "hiato" me deixariam muito frustrada. Foi lindo vê a emoção das garotas Gilmore ao falar do patriarca da família, Richard Gilmore - o ator Edward Herrmann faleceu em 2014 em função de um câncer no cérebro - e toda transformação pessoal e emocional por qual a amada Emily passou. Impossível não se emocionar com as cenas finais de amor e perdão entre ela e Lorelai e claro, todo renascimento de Rory. Ahh... E a volta dos boys magia da moça? Um beijinho no ombro, né?


Chorei muitoooo! Ri horrores e suspirei umas mil vezes a cada episódio, por motivos distintos, mas sempre, por pensar que eu tinha visto cada desenrolar de determinadas etapas. Vê essa nova série, dá a sensação de proximidade e familiaridade que querendo ou não a gente cria quando acompanha personagens e suas histórias a tanto tempo. E aí, quando acabou o último episódio, pensei: precisamos e teremos sim mais um pouco de Gilmore Girls, só que desta vez, por outros olhos com outras histórias que prometem ser tão boas quanto a história inicial.

E sabe de uma coisa: acho que no fundo, todos nós desejamos que Rory tivesse o desfecho que teve neste ano, né?

Uma coisa que eu achei legal revendo todas as sete temporadas e só depois começando "Um ano para recordar", foi perceber o quanto a linguagem e posicionamento dos personagens na série é atual e sempre funcional. A gente tem Lorelai falando de coisas tão atuais em 2016/2017 como gordofobia, misoginia, no final da última temporada a gente tem a Rory saindo em viagem pra acompanhar a equipe do Obama nas pré - eleições... É tudo tão atual e inserido a realidade.

Ahh... Pra terminar, preciso dizer que fiquei profundamente ofendida com o fato de ninguém ter avisado que a Carole King - cantora americana que amo e virei fã graças a música de abertura de GG- também estava de volta no especial da Netflix - a Carole fez várias participações ao longo das sete primeiras temporadas - e foi mais incrível porque a cantora ainda deu uma canjinha, com direito ao Taylor criticando suas habilidades... kkkkkkkkkkkkk


Por favor, vejam "Gilmore Girls: um ano para recordar" djá! Vocês não vão se arrepender!!


Beijos!! 




quarta-feira, 22 de março de 2017

Os segredos de beleza do canal da Vogue americana

Não falo inglês, mas, devo dizer que adoro acompanhar canais gringos, ainda mais, quando é de uma revista tão conceituada como a Vogue. Porém, acabei conhecendo o canal da versão americana da revista, bem por acaso - graças a um post com link e referência que li no Fashionismo - e aí, viciei em acompanhar os vídeos rapidinhos com os truques de beleza ou make dia a dia de famosas e personalidades americanas.

O que me chamou mais atenção, foi o modo como cada mulher faz determinado passo da maquiagem e como cada uma das convidadas, tem uma versão própria do que seria básico para o dia a dia. E em meio a rotina, dicas e truquezinhos, mesmo não entendendo nada de inglês, dá pra aprender e se divertir. Olha só:




Meus vídeos favoritos: Drew Barrymore's e o da Suki Waterhouse's; Gostei do da Drew porque é bem vida real e dá pra ter aquela boa e velha sensação de alívio por não ser o único ser descoordenador e improvisador do mundo e o da Suki é animado e ela lembra a diva Emília Clarke, né não?


Beijos!! 

domingo, 19 de março de 2017

Meus batons líquidos baratos, favoritos e de qualidade

E os batons líquidos ganharam terreno e corações pelo Brasil, né? Por aqui, eles andam dominando a make do dia a dia e confesso que às vezes até esqueço da existência dos meus batons em bala por semanas.  Nem sempre eles são práticos de usar, mas, pra quem ama boca mate, não tem melhor e claro, garimpar opções que sejam boas e baratas é essencial, não é mesmo?



Neste post, reuni meus batons líquidos que tem um preço ultra acessível - abaixo de R$20 - são fáceis de achar, acabamento bonito, qualidade e durabilidade. Vem ver!!



Ruby Rose - cor 253

Amo batom marrom e com o outono / inverno chegando, eles se tornam uma boa aposta para a estação. Acho que uma maquiagem com sombra ou batom marrom deixa o visual bonito, chic e que vai bem tanto pro trabalho quanto pra balada. Este batom da Ruby Rose custou aproximadamente R$10 e tem uma cobertura incrível. Cobre logo na primeira camada, resiste razoavelmente bem a bebida e comida, não dá trabalho pra retocar e não incomoda na boca, porque é seco na medida.


Anita - cor café italiano e marsalla

Tô falando que amo batom marrom... Os batons da Anita são bons, baratos e tem um cheiro maravilhoso. Além das cores serem bem fieis a embalagem, viu? A primeira cor que comprei foi a Marsalla e ela ficou linda demais, realmente, um tom de marsalla perfeito para pele negra. Daí, recentemente comprei o café italiano e ando em um caso de amor intenso com ele, que é mais escuro que o 253 da Ruby Rose e tão confortável quanto.  Paguei R$13 nos meus (comprei na Grippon).

Café italiano - Anita



Chandelle - cor bali

Nunca sei definir ao certo a cor deste batom, já que ele a depender da luz parece mais um vermelho escuro, em outras um vermelho amarronzado e em algumas situações, dá pra achar ele mais puxado pra um vinho. Gosto da cor, do acabamento e só lamento ele não ser muito resistente a comer e beber, mas, pelos R$9 que paguei por ele, acho bom até demais.



Zanphy - urca

O urca já é mais conhecido e um grande sucesso no mundo feminino, principalmente, no quesito "batom da paquera". Uma amiga até teve um rolo super engraçado com esse batom  - um carinha disse que este era o batom 'uva, me chupe'... - então, não tem como não querer usar, ainda mais, que pra quem tem bocão - tipo eu - ele chama super atenção, né? A beleza principal do urca vem do brilho furta cor que ele tem e que deixa o tom mais vivo e perfeito pra aquelas selfies.


¬¬

Em breve volto com uma versão dois deste post, tá? Vira e mexe descubro marcas baratinhas e com qualidade invejável.


Beijos! 

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